quinta-feira, 16 de julho de 2009

Um ano sem F-1 = mundo verde

Todos já ouvimos a expressão "oc circo da F-1", mas alguma vez paramos para pensar nisso? A F-1 é, de fato, um circo. Não na acepção de palhaçada, divertimento, mas pela estrutura de monta e desmonta que acontece em todos os lugares onde são realizados Grandes Prêmios.
Por que a corrida preisar ter 72 voltas? Não poderia ser apenas umas vinte? Pense: a cada quilômetro percorrido no circuito sçao gatos 3 LITROS DE COMBUSTÍVEL por CADA CARRO. Ao final de um grande prêmio, eles poeriam ser sócios da OPEP de tanto que consomem.
Eu falo da F1, porque é a mais hamativa, glamurosa e rica dos esportes automotivos. Mas a stock car, os GPs de moto velocidade entre outros, são tão danosos ao meio ambiente quanto o circo da F1.
Seá que algum dos dosnos de escuderia alguma vez pensou nisso? Com toda certeza não.
Isso não quer dizer que devemos abolir tais "esportes', mas seria bom que se pensasse em usar um combustível menos poluente ou que substitua a gasolina - derivado direto do petróleo. Os donos das equipes são milionários, mas o ar que respiram é o mesmo que um assalariado e as doenças decorrentes da poluição a que estão sujeitos, são as mesmas para todas as classes de pessoas, ainda que o donos possam arcar com tratamentos mais avançados.
Não é preciso parar de brincar, apenas brincar de forma consciente.
Pense verde. Pense no ar que você respira.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Funeral Show de Michael Jackson


E o último adeus ao Rei do Pop aconteceu hoje em Los Angeles na cerimônia que durou mais de duas horas e contou om performances de Mariah Carey, Usher, Steve Wonder, Jennifer Hudson, Lionel Ritchie e a presença de vários artistas com depoimentos sobre o astro. O fundador da gravadora Motown Records, onde Michael e os irmãos começaram, foi ovacionado pelo público presente ao afirmar que "o título de rei do pop não era suficiente para ele. Ele era mais do que isso. He was the greatest entertainer that ever lived".
A cerimônio foi marcada tanto pelo sentimento genuíno de perda e adeus quanto por discursos mais politizados e de defesa do cantor diante das acusações que sofreu durante muito tempo.
O público se comportou de maneira exemplar, o que é raro mesmo em situação como esta.
A cxerimônia foi encerrada com a inesperada fala da filha de Michael, Paris Michael Katherine Jackson, que afirmou que o pai era o melhor pai do mundo. O filho mais velho de Michael também esteve no palco com os tios mas não se pronunciou.
Será que finalmente MJ vai ter pazz e sossego agora? Ou sua imagem será mais badalada e questionada ainda? Seu funeral foi um teste de ferro para a tecnologia, dada a quantidade de pessoas em todo o mundo conectadas para assistir ao evento. Como uma figura polêmica, fez-se questão de ressaltar na cerimônia todo o engajamento em causas humanitárias, o quanto ele divulgou e contribuiu para as causas em todo o mundo, não só cantando Heal the World ou We are the World.
Pobre Michael, 12 dias depois de morrer será que estava dentro daquele caixão dourado presente durante a cerimônia? Não acredito. É muito mais provável que ele já tenha sido sepultado ou cremado dias atrás, senão teria que estar embalsamado. Mas a cerimônia foi o último show dele, ainda que não tenha contado com sua performance. O caixão foi simbólico e o "funeral" uma forma de permitir ao mundo se despedir dele de forma concentrada. A
Showbizz e showbizz e mesmo na morte, Michael Jackson, foi o Rei do Pop.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

E o Real fez 15 anos


Há 15 anos, eu nem imaginava que o Brasil teria uma moeda. Claro que na época eu nem me importava com isso - afinal, há 15 anos nem 10 eu tinha... Mas a questão é, apesar de todas as dificuldades, um plano ousado foi apoiado pelo Governo Itamar Franco, que tinha ninguém menos que FHC no Ministério da Fazenda. Hoje, o real cresceu, se desenvolve e é uma moeda forte, que ontem, 1º de julho, debutou, fez 15 aninhos. Espero que faça ainda muitos aniversário. Valorize o seu dinheiro - as notas e as moedinhas! Para comemorar, recomendo a entrevista concedidade pelo ex-Presidente Itamar Franco ao Heródoto Barbeiro na CBN ontem - Vale a pena ouvir - e reproduzo aqui entrevista concedida pelo ex-Presidente FHC que consta do Blog de Reinaldo Azevedo:

Por Guilherme Barros, na Folha:
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o principal inspirador e avalista do Plano Real, que hoje completa 15 anos, vê hoje com muita preocupação o excesso de gastos do governo para enfrentar a crise econômica. Para ele, há uma certa “anestesia geral” e o governo pode estar exagerando na distribuição de subsídios. A conta, segundo ele, vai ser paga pelo próximo governo. “Medida anticíclica não é aumentar permanentemente os gastos correntes”, diz FHC. “Não se pode fazer generosidade à custa do governo futuro.”

FOLHA - A que o sr. atribui o sucesso do Plano Real?
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
- Houve várias experiências antes do Real e aprendemos com elas a enfrentar a inflação. Aprendemos com os erros. A sociedade se cansou da inflação. As pessoas sentiram que era necessário mudar e que a mudança era possível. Depois, tomamos a decisão certa de fazermos um plano tecnocrático. Nos planos anteriores, as pessoas acordavam e liam no “Diário Oficial” que tudo tinha mudado. Nós tomamos a decisão oposta. Nós fomos à mídia explicar o plano de uma forma muito didática e a população entendeu.

FOLHA - Houve resistências?
FHC
- Meus amigos economistas, na época subordinados, achavam que seria difícil a implementação do plano. Alegavam que o governo era fraco, tinha acabado de ocorrer o impeachment e o Congresso estava desorganizado com a crise dos anões do Orçamento. Minha posição era o contrário. Com o Congresso em desorganização e como o governo não tinha muita unidade naquele momento, foi possível uma certa hegemonia e tocar o plano adiante. O Congresso estava sem força, e o governo, procurando uma tábua de salvação. Havia muita gente, inclusive do governo, que queria o controle de preços e que se prendessem supermercadistas. Muitos defendiam a volta dos fiscais do Sarney. Mas não tiveram força para nos opor. Recebemos um apoio amplo de todos os setores econômicos e da mídia. Foi difícil ficar contra o plano. O PT e a CUT saíram com o slogan “Real é pesadelo, não é sonho”, mas imediatamente tiveram que tirar das ruas. As pessoas sentiram logo o aumento do poder aquisitivo, a vantagem de seus salários serem reajustados automaticamente. Logo depois do Real, o consumo cresceu imensamente com a queda da inflação. No início de 1995, a economia crescia a taxas anualizadas acima de 12%. Tivemos até que brecar esse crescimento. Como ocorre agora, se largar demais a economia sem investimento, vai haver problemas lá na frente.

FOLHA - Qual foi a principal marca deixada pelo Real?
FHC
- O Real deu sentido de proporção. Ninguém sabia o valor de nada. As pessoas aprenderam, por exemplo, o valor da moeda. Aprenderam que não se pode endividar além de um certo limite. Foi o Real que possibilitou, por exemplo, a Lei de Responsabilidade Fiscal. Mas as pessoas acham que a estabilização está garantida, e não está. É um trabalho permanente. Quantos anos levamos a chegar a esse ponto? Não houve milagre. Foi preciso trabalhar nos fundamentos, refazer orçamentos, ajustar os gastos públicos, o câmbio. Veja que só agora estamos conseguindo baixar as taxas de juros. Quando se tem uma economia doente e inchada como a nossa, a cura não é rápida. Você faz a operação e tem que ajustar todo o corpo à nova situação. Isso já está mais enraizado, nós aprendemos isso, mas mesmo assim neste exato momento as pessoas não estão prestando atenção aos aumentos de gastos públicos. Há uma certa anestesia geral. Não se pode fazer qualquer coisa na economia."
fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/fala-fhc-os-15-anos-do-real/

domingo, 28 de junho de 2009

Mar de Sangue



Por que os mais evoluídos, desenvolvidos, civilizados, cultos e com maior potencial econômico fazem tanta questão de destruit tudo o que os rodeia?s Porque elese são rsupostaomente melhores. Muitas vezes ele são inrivelmente piores, cruéis e estúpidos por não verem a realidade ao redor.
Não só Japão e Islândia ASSASSINAM periodicamente baleias, mas também a Dinamarca enche o mar com SANGUE DE ANIMAIS INDEFESOS que em breve serão apenas fotos na internet e nos livros. Isso é um absurso. Eu já disse aqui que quanto mais matamos a natureza mais estamos contribuindo para a precariedade da vida humana no médio e longo prazo.
E por que isso essa CHACINA parte de povov supostamente melhores do que outros?? Regiões da Índia sofrem com a miséria e a fome mas os animais não são chacinados sem motivos por lá. Eu não tenho nem palavras pra mostrar a minha indignação com esse ATROCIDADE. Os animais não matam por esporte porque acham legal. Matam por necessidade, para sobreviver. E nós, matamos animais indefesos por quê? Porque erroneamente pensamos que estamos acima da antureza. Mas não, estamos muito abaixo. Nós sem a natureza, sem os animais, não somos nada. Mas ela se reconstrói se não intervimos.
Eu não digo isso porque são baleias. Eu tenho essa mesma indignação quando vejo cães e gato JOGADOS em rodovias pelos donos que não os querem mais. A pessoas jogam animaizinhos indefesos fora como se fossem objetos quebrados; simplesmente se desfazem deles. Quantas vezes você não já passou por um cão recém atropelado na Linha Vermelha ou Na Via Dutra? Eles não foram parar ali porque fugiram de casa, mas porque os donos os ensacaram e deixaram na beira da pista para que morressem - sim, tendo consciência disso.
Mais uma vez chamo a atenção para as atrocidades da irracional raça humana.
Sem mais.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Perdeu, playboy

Começo dizendo que para situações drásticas, aplicam-se medidas drásticas. A segurança no estado do Rio de Janeiro simplemeste não existe. Aqui estamos sujeitos a assaltos, arrastões, falsas blitzes, sequestros, extorsões, sequestros relâmpagos, a famosa 'saidinha de banco' e uma infinidade de outras formas encontradas pelos bandidos para levar aquilo que com muito trablalho adquirimos pagando altos impostos.
Por que digo? Ontem uma pessoa muito próxima teve seu celular arrancado da cintura por doi bandidos, um fez a abordagem, muito rápida, e o outro aguardava na moto. Este é o ponto. Não vou aqui falar sobre todas as modalidades, dizer que estou indignada, fazer protesto porque no Brasil, em especial no Rio de Janeiro, isso não funciona. Brasileiro só se mobiliza quando existe uma catástrofe a fim de mostrar solidariedade. Mas também não vou entrar neste mérito.
O ponto principal é: e outros países da América Latina onde o número de assaltos realizados por caronas de moto era altíssimo uma medida foi tomada, proibiu-se a carona. Isso mesmo, o governo da Colômbia proibiu que as motos transitassem com duas pessoas (motorista e carona). O índie de assaltos caiu radicalmente. O governador do Rio no ano passado, lembro-me, cogitou de tomar a mesma medida. Foi um reboliço, todo mundo falou mal, o jornal Extra na seção de carros sempre colocava duas opiniões opostas sobre o tema e não deu em nada. Acho que está mais do que na hora de o governo fazer algua coisa e proibir pelo tempo que for necessário, ou indefinidamente a carona nas motos. Não tenho nada contra as motos, tenho amigos que as usam, mas algo precisa ser feito. Os que não usam as motos para práticas criminosas vão sofrer, mas o bem coletivo vem antes do individual, porque se a coletividade anda bem o indivíduo também. Afinal, usuários de motos que não são bandidos estão à mercê deles quando são pedestres.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Os crocodilos têm direito à vida


Por antecipação eu já me desculpo aqui por qualquer alteração de humor pereptível, mas quando se trata da vida animal eu fico mais chateada do que com a miséria humana, até porque ela não é nada mais do que reflexo das ações humanas de destruição do meio em que vivem.
Eu não sou contra a evolução, contra as indústrias. Mas por que tem de se destruir tanto? Vejam, tantos animais sendo extintos é não é pela evolução das espécias, mas pelo reridescimento da espécie humana. Quando nós não sabíamos plantar, colher, cultivar nem criar e animais não selvagens tudo andava muito bem. Mas agora que temos tecnologia para tudo, para ir a Marte e voltar estamos desturindo tudo a uma veloidade cada vez maior. Nós somo os verdadeiros PREDADORES deste mundo, piores do que gafanhotos ou qualquer outra praga. Sim, estmaos próximos de achar a cura do câncer, curamos diversas doenças, já temos vacinas - ainda não totalmente testadas - contra o H1N1, a gripe suína. Mas somos INCAPAZES de poupar a natureza e estamos acabando com nós mesmos, ou vocês acham que o H5N1 (gripe aviária) não foi desenvolvido em laboratório e saiu do controle?
Filmes como Resident Evil, Extermínio, Madrugada dos Mortos não são história impossíveis de acontecer. Pelo contrário, estamos mais perto disso do que se pensa. Não sou Nostradamus nem estou sendo apocalíptica, mas estamos minando as resistências do ambiente em que vivemos e acabando com nossa própria resistência a ambientes pouco amenos, pois é isso que estamos fazendo com o planeta: tornado-o um ambiente inóspito e perigoso a nós mesmos. A natureza se reinventa, se supera e nos supera. Nós não.
Por que estou dizendo tudo isso? Simplesmente porque mais uma vez fico chocada ao ver dois países com níveis de vida exelentes - Japão e Islândia - manterem uma prática arcaica e ASSASSINA contra animais que dentro em pouco serão apenas fotos na internet e nos livros didáticos: as baleias. Nós não precisamos de carne de baleia para viver. Já comemos boi, frango, porco e peixe. Para quê aderir aos "exóticos", ou melhor, aos semi-extintos?????
Boicotem a carne de baleia, o caviar, o crocodilo, as cobras. Nós precisamos deles, mas não como parte da nossa cadeia alimentar, coisa que nunca foram parte. Nós precisamos deles vivos dando prosseguimento a suas cadeias alimentares. NÓS PRECISAMOS DA NATUREZA. ELA FICA ATÉ MELHOR SEM NÓS.
Ninguém precisa ser contra a evolução, mas ela deve ser sustentável e não DESTRUTIVA.

SALVEM A NATUREZA. Plantem uma árvore, reduzam o consumo de carne. Não é preciso ser vegetariano, é preciso ser CONSCIENTE.

Vão aos cinemas e assistam o filme HOME.
Assistam também o filme Fim dos Tempos, de M. Night Shyamalan.
Entrem na luta, fiquem do lado da natureza.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

E a "cuca" é de quem??


Esse novo e humilhante resultado do Flamengo ontem, diante do Coritiba só vem a confirmar o que eu já disse aqui mais de uma vez: o que o Adriano veio fazer na Gávea???? O time ia muito bem, ganhou o estadual, estava entrosado, Cuca tinha todo o apoio dos demias jogadores, a equipe estava trabalhando como equipe. Então o que a diretoria faz? ACABA COM A PAZ DO TIME, pois é a única explicação que eu encontro. Alguns vão dizer "Ah, mas o Adirano ainda está aquecendo", "ele já fez gol". Mas eu digo que a chegada do ex-Imperador atrapalhou a concentração do Flamengo. Ela falta aos treinos, pede dispensa para ir à Justiça e é fotografado na praia, cira confusão e nem volta no mesmo vôo que o restante da delegação. "Estrelo" demais, futebol de menos. Depois da quebra de harmonia, a direçãoa do clube, que paree querer sabotar o próprio time, traz o Pet de volta. Quanto ao sérvio nada contra, mas se os jogadores não o queriam, para quê trazê-lo? Podiam ter feito um acordo via marketing e fazer dele garoto propaganda, sem jogar.
Imagine a situação do Cuca, com a cuca a prêmio? Sensata a decisão da diretoria de não demiti-lo, porque quando os jogadores não querem, quando a paz está desfeita, não há técnino que dê jeito, não á esquema tático que salve o time de derrotas esdrúxulas como esta. Até o Bruno está com a concentração abalada, sofrendo gols que não se espera que um goleiro do porte e da habilidade dele sofra. Mas é isso, a harmonia desfeita ruim para o torcedor.
Jogar mal é não apenas reflexo do que acontece no ninho do urubu, mas também causa, afinal, jogador também faz manifestação contra diretoria de clube: joga mal. Aí o que acontece? Maus resultados=menos renda nos estádio=menos dinheiro para o clube=crise (não exatamente finaneira, mas principalmente MORAL) para ver se algo muda. Por que o Marcio Braga (que nem no controle do lube de fato está) não deixa o Adriano lá na laje dele, soltando pipa e faendo churrasco com os amigos? Covenhamos, esse menino está jogando fora chances demais.

Sobre o jogo? Putz, não há nem o que falar. "Ah, o Flamengo se esforçou mas foi atropelado", balela. Não houve esforço porque o time está partido e em time partido cada um joga por si e olhe lá.
5 a 0, se comentários. Acho melhor antecipar o dia de S. Judas Tadeu e mandar rezar uma missa para ver se o Fla se recupera.